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Dicas de ouro para a mulher render o máximo no esporte

A participação feminina nos esportes é cada dia maior. Nas Olimpíadas do Rio 2016, foram 5185 atletas do sexo feminino, ou seja, 45,2% do total. Só o Brasil levou 209 mulheres, a maior delegação feminina na nossa história. Naquele mesmo ano, 42% das participantes de provas de corrida de rua em São Paulo foram mulheres. Que elas são capazes de performances notórias, não há mais dúvidas. Mas há especificidades no treino feminino e a atenção sobre elas avançou junto com essa mudança de cultura.

“O primeiro ponto a ser considerado é o ciclo menstrual. Vários estudos já mostraram que recordes mundiais foram batidos durante todas as fases do ciclo”, afirma o médico do esporte da CareClub Rodrigo Brochetto que lembra, no entanto, que essa é uma questão muito pessoal. “Há atletas que preferem competir na fase pré-menstrual, principalmente em esportes de contato e de luta em que o humor mais irritado pode ser um aliado. E há outras que preferem competir longe do período menstrual para que isso não vire uma preocupação na hora do jogo. Esse planejamento pode ser feito de acordo com os desejos e necessidades da cada atleta”, explica.

Para aquelas pacientes que apresentam dor no período menstrual ou um fluxo intenso, Rodrigo sinaliza que há a opção de usar métodos anticoncepcionais para diminuir os sintomas dolorosos que atrapalham os treinamentos e também o sangramento, que pode levar a queda das hemácias e prejudicar o transporte de oxigênio. Ambas as situações levam a perda de performance.

Outro ponto de atenção é o balanço energético negativo. “Gastar mais energia no esporte do que se consome na alimentação é um hábito comum entre mulheres, já que estas costumam ter uma maior preocupação com o corpo e tendem a aderir a dietas. Dependendo do déficit entre calorias gastas e ingeridas, podemos ter alterações hormonais e fisiológicas, além da queda de rendimento e aumento do risco de lesões”, diz Rodrigo.

Um dos sinais mais precoces desse erro é a alteração do ciclo menstrual, que inicialmente se torna irregular e, então, pode até ser interrompido, com a parada da menstruação. Se esse problema se mantiver cronicamente, pode ocorrer também a diminuição da densidade mineral óssea, podendo levar à osteoporose, além de alterações imunológicas – com aumento do risco de infecções – e psicológicas, com irritabilidade e aumento do risco de depressão.

Mulher e desempenho conversam e muito. Basta que a atleta tome alguns cuidados e tenho orientação adequada. “Para isso, ter o acompanhamento de um médico de esporte, um nutricionista e um treinador é o melhor caminho”, diz Rodrigo.

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